19 de novembro de 2015

Hollywood na Guerra: Muito Além dos Filmes

Curiosidades

Não é segredo que os Estados Unidos tentou se abster da Segunda Guerra Mundial, ainda que ajudassem a Inglaterra de diversas maneiras.
É claro que tinham seus motivos. O país teve apenas 49 anos de paz entre sua Guerra Civil (com mais de 625.000 mortos)  e a Primeira Guerra Mundial (116.000 americanos mortos).

Estavam cansados e traumatizados.

Já Hollywood, que não queria perder sua fatia no mercado alemão, resolveu absorver a neutralidade dos Estados Unidos lançando apenas os filmes que mostravam os malefícios de se participar de uma guerra. Foi a época de filmes como “O Vento Levou”.

Hitler então demonstrou que fecharia as portas cada vez mais ao mercado internacional quando invadiu a Polônia. Foi o suficiente para estúdios cinematográficos revelarem sua verdadeira posição.
Ao contrário da população, Hollywood estava muito definida em sua opinião. Com a maioria dos estúdios fundados e dirigidos por judeus, aos poucos foram lançados filmes sobre os nazistas.  Após sua inclusão na guerra, o governo americano resolveu se aliar aos estúdios e incentivar produções que favorecessem seu lado e ridicularizassem alemães e japoneses.

Inicialmente esta aliança se deu por cinegrafistas sendo contratados para realizarem documentários no front de batalha e mostrarem o que estava acontecendo no continente europeu.
Apesar de bem-sucedida do ponto de vista americano e do ponto de vista histórico (estes materiais ainda são utilizados para entender como foi a guerra), alguns cinegrafistas foram feridos, outros ficaram traumatizados…. George Stevens, por exemplo, fez as filmagens do campo de concentração de Dachau mas passou anos sem falar sobre o assunto.
Nem todos os documentários são atualmente conhecidos. Alguns foram destruídos sem nunca terem sido passados ao público, devido a sua brutalidade.

Para conseguir soldados (alistamento não é obrigatório nos Estados Unidos), Hollywood colaborou incentivando o alistamento de algumas de suas estrelas. Mais de 10% de seus famosos participaram em combates. Outra de suas ações para ajudar o governo, foi a criação do trio Zé Carioca (Brasil), Panchito (México) e Gauchito Voador (Argentina) pelo Wall Disney como tentativa de aumentar o relacionamento com a América Latina e conseguir tirar estes países da neutralidade.

Porém o mais interessante foram as produções cenográficas!

O trabalho de Hollywood era tão bom que enganou as tropas de Hitler e venceu batalhas sem nunca disparar uma bala!

Como publicitária me encanta saber que os militares americanos, que até então desprezavam o papel da publicidade e da propaganda na guerra, organizaram junto com as agências um dos movimentos mais brilhantes da guerra.

Em 1944 os Estados Unidos não tinham tropas o suficiente para cobrir todas as áreas desejadas, sendo assim recorreram a uma estratégia inovadora: encomendaram tanques e caminhões de guerra dos estúdios de cinema. Como a maioria dos equipamentos usados em filmes, os caminhões e tanques eram feitos de borracha inflável… porém o trabalho foi tão bem feito que eles realmente pareciam reais.

Foram contratados diversos atores para fazerem o papel de soldados e sua missão era ocuparem os locais determinados e montarem o cenário como se estivessem em posição, aguardando as tropas inimigas.

the pololas, pololas, roupa, roupas, blusa, blusas, camiseta, camisetas, mochila, mochilas, boné, bone, bonés, bones, body, macacão, macacao, bebê, tênis, tenis, all star, allstar, conga, curiosidades, curiosidade, por que, pq, porque, hollywood, cinema, filme, filmes, ator, atores, atriz, atrizes, Hitler, Segunda Gerra, Guerra, Mundial, Segunda Guerra Mundial, Guerra Mundial, tanque, tanques, falso, falsos, inflável, infláveis, caminhão, caminhao, caminhões, caminhoes, super soldado, super soldados, lenda, mito, verdade, borracha, elástico, mentira, enganar, enganou, fingir, fingiu, petit, andy, petit andy, petitandy, andréia, campos, andreia, andréia campos, andreia campos

Durante uma destas preparações, dois oficiais franceses viram os “soldados” carregando o tanque inflável. Ficaram surpresos e chegaram a conclusão de que os norte-americanos deveriam ser extremamente fortes. Esta ideia foi estimulada pelos próprios americanos, que visitavam os cafés das cidades onde estavam e caminhavam normalmente pelas ruas, tentando estimular boatos de que estavam preparados e fortemente armados.

Estas tropas fictícias foram chamadas de “Exército Fantasma” (“Ghost Army“) e tiveram mais de 20 missões. Em todas elas contavam apenas com artilharia de borracha, efeitos sonoros e falsas transmissões de rádio… e ainda assim fizeram tropas inimigas recuarem!

Acredite no poder da propaganda!

Andréia Campos
07 de julho de 2015

Capitão América na Segunda Guerra Mundial

Curiosidades

É dito que Steve Rogers, o homem por trás do uniforme do herói, nasceu dia 4 de julho de 1917 (independência dos Estados Unidos… QUE COINCIDÊNCIA).
O lado extremamente patriota do nosso querido Capitão América não é novidade para ninguém, correto?

Porém poucos sabem que o personagem foi utilizado pelo governo americano durante a Segunda Guerra Mundial, ajudando soldados e familiares nos dois continentes! (tópico 3)

O governo americano precisava que os soldados acreditassem que venceriam a Segunda Guerra Mundial, e o Capitão América foi usado para isso! http://petitandy.com

Conforme falamos, Steve Rogers nasceu em 1917. Sendo assim sua adolescência se passou durante a Grande Depressão Americana (que teve início em 1929).

Mesmo crescendo na pior época da economia americana, isto não o impediu de ficar impressionado com as imagens que eram divulgadas do que estava acontecendo na Europa: a Segunda Guerra Mundial.

Leia mais

Andréia Campos
26 de junho de 2015

A História muda a Moda – 1920

Curiosidades

Sempre achei interessante como a moda em 1920 é diferente do estilo delicado e romântico usado até então… mas como sabemos, a história e a moda andam juntas e neste caso não foi diferente.

Com a Primeira Guerra Mundial, as mulheres tiveram de trabalhar, e precisaram adequar suas roupas para a nova vida. http://petitandy.comOrigem da Imagem

Enquanto os homens eram convocados para a Primeira Guerra Mundial, as mulheres se viram sozinhas pela primeira vez na história e se sentiram “pressionadas” a entrar no mercado de trabalho.

Esta mudança de comportamento fez com que percebessem que precisavam adequar suas vestimentas a sua nova rotina, pois descobriram que seu trajes eram elaborados e volumosos demais, atrapalhando na execução de suas funções.

Leia mais

Andréia Campos
Página 2 de 212
Petit Andy no YouTube. Se Inscreva!